Estive junto com outras famílias nesse final de semana. Pais, mães e crianças com deficiências.
Um menino autista de 8 anos super inteligente, lembra de coisas de quando tinha apenas 4 anos, te faz perguntas o tempo todo, não gosta de ser tocado a todo momento, mais gosta de te tocar.
Me sentei no sofá para ver TV e ele logo se deitou próximo a mim e colocou as pernas sobre a minha e começou o interrogatório, se minha filha é cadeirante, é especial, se eu fui na cidade e outras 20 perguntas uma atrás da outra sem esperar a resposta.
Ele não usa talheres, vi a dificuldade de sua mãe em cuidar dele na hora do banho, escovar os dentes essas coisas, participar dessa rotina foi bom, vi como é complicado ser mãe de um autista, mais quão gratificante também é ver o seu desenvolvimento.
Para a minha filha Victória estar esse final de semana em Paraty foi muito bom, teve muitas dificuldades para entrar no barco, se tremeu toda, ficou geladas achei que fosse desmaiar de tão assustada que ficou, mais conseguimos, andou com os pés descalços por um momento, detalhe estava em casa de praia e não gosta de areia, foi uma boa terapia.
Conviver com outras pessoas, viver a vida com outras famílias me abriu um leque de informações e conversas com a filhota, com ela fica mais fácil na prática.
A outra família com uma menina linda chamada Maria flor e um menino de 12 anos Pedro SD, levei uns socos dele por várias vezes, ele fala pouco e reage batendo nas pessoas, precisa de supervisão todo o tempo, seu pai e sua mãe são super pais presentes, adorei conhecer essa família, aprendi que precisamos de pouco para sermos felizes, um casal pra lá de abençoados.
Meu marido se encantou pela ilha e pretendemos voltar muitas vezes, afinal a vida é feita desses pequenos momentos felizes e assim vamos construindo um castelo de felicidades, essa frase é da filhota.
Meus filhos brincaram de balanços, sabe aqueles feito com corda em arvores? então assim mesmo, pés descalços, sujos correndo atrás de galinhas e seus pintinhos, caminhadas juntos com siris, banho de mar na porta de casa, um final de semana que não saíra de nossas mentes por um bom tempo, assim seguimos em busca de outros momentos como esses, até.
segunda-feira, 7 de abril de 2014
sexta-feira, 28 de março de 2014
Obrigado Fadinha Ana
A Victória usa a fadinha como sendo uma amiga real, conversa com ela todos os dias através da boneca que a Ana lhe deu, mais antigamente falava sozinha mesmo e dizia que ela estava ouvindo.
A Ana é uma amiga que a ouve e entende isso ela nos diz e ai de quem não concorde.
Descobri o interesse da minha filha o amor e carinho que sentia pela Ana há uns 8 anos atrás e vi que ela sorria e ficava bem ao falar dela e a incentivei a me contar todos os dias um pouquinho do que sabia sobre a fadinha Ana e foi assim que surgiu a ideia do blog e escrever sobre essa amizade.
Assistindo a TV e vendo a forma da Ana falar, brincar, sorrir, andar fui conversando com a Vicky, dando exemplos e situações do nosso dia a dia e a Vicky foi conseguindo canalizar e conseguindo entender e se desenvolver, falar melhor, andar com segurança, se aproximar e cumprimentar as pessoas e deixar um pouco a timidez de lado.
A Fadinha Ana foi um caminho para a minha filha chegar a sociedade de uma forma menos dolorida e triste, ela sorria e ficava feliz ao vê-la na TV e isso me deixava bem.
Vejo que para a minha filha isso é muito importante, é como uma obsessão mesmo, fala dela todos os dias, se esta no computador estar vendo fotos qualquer coisa refente a Ana,elas tem afinidades e isso para a minha filha tem sido benção, usei e uso essa afinidade como uma ferramenta para conseguir me aproximar de minha filha nos momentos de dor e de tristeza, com isso consegui ajuda-la a entender melhor o mundo e seus sentimentos.
Com certeza conhecer a Ana se tornar amiga, isso na cabecinha da Victória lhe fez um bem enorme, não sei como explicar, só sei que vejo a diferença de comportamento a cada dia em minha casa na nossa rotina diária , tivemos uma resposta boa em sua reabilitação.Tem dias que reclamo com ela e digo: esquece a Ana deixe ela em paz, mais logo me arrependo pois vejo que seu semblante muda, e quando pergunto sobre a fadinha seu sorriso volta, enfim esse é o jeito de me conectar com a filhota. Como mãe só posso agradecer a Ana por ser tão generosa e se permitir entrar nesse mundo de fantasia e me ajudar com a filhota sempre.
A Ana é uma amiga que a ouve e entende isso ela nos diz e ai de quem não concorde.
Descobri o interesse da minha filha o amor e carinho que sentia pela Ana há uns 8 anos atrás e vi que ela sorria e ficava bem ao falar dela e a incentivei a me contar todos os dias um pouquinho do que sabia sobre a fadinha Ana e foi assim que surgiu a ideia do blog e escrever sobre essa amizade.
Assistindo a TV e vendo a forma da Ana falar, brincar, sorrir, andar fui conversando com a Vicky, dando exemplos e situações do nosso dia a dia e a Vicky foi conseguindo canalizar e conseguindo entender e se desenvolver, falar melhor, andar com segurança, se aproximar e cumprimentar as pessoas e deixar um pouco a timidez de lado.
A Fadinha Ana foi um caminho para a minha filha chegar a sociedade de uma forma menos dolorida e triste, ela sorria e ficava feliz ao vê-la na TV e isso me deixava bem.
Vejo que para a minha filha isso é muito importante, é como uma obsessão mesmo, fala dela todos os dias, se esta no computador estar vendo fotos qualquer coisa refente a Ana,elas tem afinidades e isso para a minha filha tem sido benção, usei e uso essa afinidade como uma ferramenta para conseguir me aproximar de minha filha nos momentos de dor e de tristeza, com isso consegui ajuda-la a entender melhor o mundo e seus sentimentos.
Com certeza conhecer a Ana se tornar amiga, isso na cabecinha da Victória lhe fez um bem enorme, não sei como explicar, só sei que vejo a diferença de comportamento a cada dia em minha casa na nossa rotina diária , tivemos uma resposta boa em sua reabilitação.Tem dias que reclamo com ela e digo: esquece a Ana deixe ela em paz, mais logo me arrependo pois vejo que seu semblante muda, e quando pergunto sobre a fadinha seu sorriso volta, enfim esse é o jeito de me conectar com a filhota. Como mãe só posso agradecer a Ana por ser tão generosa e se permitir entrar nesse mundo de fantasia e me ajudar com a filhota sempre.
quarta-feira, 26 de março de 2014
Filhos amor além da conta.
Sou uma mãe para três super protetora, super preocupada, super apaixonada.
Procuro ser firme, ser generosa, ser carinhosa mais sei a responsabilidade de cada um em nosso sociedade e em nosso convívio preso muito uma boa educação e muita disciplina.
Meus filhos me chamam de sargento as vezes reclamo mais concordo, minha casa tem regras muitas regras e não gosto de que mão sejam respeitadas, todos precisamos fazer a sua função para que nosso lar tenha paz e possamos viver bem.
Com três filhos, casa, marido e trabalho ultimamente estou me sentindo cansada, não só fisicamente mais a mente mesmo acho que de todos os cansaço esse é o pior o mais desgastante, mais a vida precisa seguir seu curso, então o jeito é tentar focar em algo que me dê prazer e tentar relaxar.
Estou meio relapsa com o blog, sem tempo e sem vontade mesmo, mais aos poucos vou voltando.
É muito complicado tentar ser perfeccionista em mundo onde as pessoas perderam a perfeição, tudo é a base do jeitinho brasileiro e isso tem me chocado muito, não só com a parte da educação seja dos filhos ou em escola mesmo, e os adultos que nos cercam que perderam a noção do respeito ao próximo da vida, do ser humano, hoje as conversas paralelas nas ruas nos entristece, comentários maldosos não só aos deficientes, como as mulheres de roupas curtas, ou a um crime que ocorreu o certo passou a ser o errado, que mundo é esse? Sei que não posso mudar o mundo, mais não me permito mudar e sim tentar fazer a diferença com os que me cercam e aprender um pouquinho com aqueles que tem algo a ensinar.
O jeito é orar, orar e orar para Deus possa continuar olhando por nós e nos dando forças para seguir.
Que eu continue sendo uma mãe para três errando e acertando e tentando fazer com que meus filhos tenham um olhar doce e se compadeçam dos que precisam e façam a diferença na vida de muitos e assim seguimos.
Procuro ser firme, ser generosa, ser carinhosa mais sei a responsabilidade de cada um em nosso sociedade e em nosso convívio preso muito uma boa educação e muita disciplina.
Meus filhos me chamam de sargento as vezes reclamo mais concordo, minha casa tem regras muitas regras e não gosto de que mão sejam respeitadas, todos precisamos fazer a sua função para que nosso lar tenha paz e possamos viver bem.
Com três filhos, casa, marido e trabalho ultimamente estou me sentindo cansada, não só fisicamente mais a mente mesmo acho que de todos os cansaço esse é o pior o mais desgastante, mais a vida precisa seguir seu curso, então o jeito é tentar focar em algo que me dê prazer e tentar relaxar.
Estou meio relapsa com o blog, sem tempo e sem vontade mesmo, mais aos poucos vou voltando.
É muito complicado tentar ser perfeccionista em mundo onde as pessoas perderam a perfeição, tudo é a base do jeitinho brasileiro e isso tem me chocado muito, não só com a parte da educação seja dos filhos ou em escola mesmo, e os adultos que nos cercam que perderam a noção do respeito ao próximo da vida, do ser humano, hoje as conversas paralelas nas ruas nos entristece, comentários maldosos não só aos deficientes, como as mulheres de roupas curtas, ou a um crime que ocorreu o certo passou a ser o errado, que mundo é esse? Sei que não posso mudar o mundo, mais não me permito mudar e sim tentar fazer a diferença com os que me cercam e aprender um pouquinho com aqueles que tem algo a ensinar.
O jeito é orar, orar e orar para Deus possa continuar olhando por nós e nos dando forças para seguir.
Que eu continue sendo uma mãe para três errando e acertando e tentando fazer com que meus filhos tenham um olhar doce e se compadeçam dos que precisam e façam a diferença na vida de muitos e assim seguimos.
sexta-feira, 14 de março de 2014
TAEKWONDO ajudando a ser firme.
Nunca havia pensado em colocar a Victória para aprender artes marciais, achava ser coisa de menino, ´
preconceito bobo.
Ai coloquei o Guilherme seu irmão de 5 anos para treinar o motivo ajudar na disciplina ai a Vicky assistindo
algumas aulas se interessou em participar, e para a nossa surpresa ,gostou e estar se esforçando cada dia mais para aprender.
O mestre é super calmo e gentil com ela lhe passa segurança e consegue lhe ensinar, o professor Marcelo insiste para que se esforce mais e dê o seu melhor, então encontramos parceiros.
Eu não quero uma competidora em casa, mais sim uma menina mais firme e com menos medos.
Por isso hoje incentivo a filhota a ir treinar e se empenhar a cada dia mais.
O Taekwondo só veio somar em nossas vidas, cada chute, soco , cada treino fico feliz, pois minha filha sempre foi muito tímida e reservada, hoje já sorrir mais e consegue se expressar melhor.
Tudo o que tenho feito é para ver minha menina a cada dia mais independente, sua deficiência lhe trava um pouco, mais devagar vamos longe.
Sua Fadinha as vezes lhe acompanha aos treinos e fica escondidinha dentro da bolsa torcendo por ela, é isso o que ela diz, e acredito, quem sou eu para duvidar,
Sei o quanto essa fadinha é importante para ela e se quero vê-la feliz preciso entender seu jeitinho.
E assim a vida segue, esse ano precisamos comprar o Tatame para o projeto poder continuar e estamos lutando para que isso aconteça logo, e temos fé o suficiente que isso vai se realizar.
E todas as crianças e adolescentes se beneficiaram, queremos ver todos treinando com segurança.
A família taekwondo tem feito a diferença na vida de uma menina linda chamada Victória.
preconceito bobo.
Ai coloquei o Guilherme seu irmão de 5 anos para treinar o motivo ajudar na disciplina ai a Vicky assistindo
algumas aulas se interessou em participar, e para a nossa surpresa ,gostou e estar se esforçando cada dia mais para aprender.
O mestre é super calmo e gentil com ela lhe passa segurança e consegue lhe ensinar, o professor Marcelo insiste para que se esforce mais e dê o seu melhor, então encontramos parceiros.
Eu não quero uma competidora em casa, mais sim uma menina mais firme e com menos medos.
Por isso hoje incentivo a filhota a ir treinar e se empenhar a cada dia mais.
O Taekwondo só veio somar em nossas vidas, cada chute, soco , cada treino fico feliz, pois minha filha sempre foi muito tímida e reservada, hoje já sorrir mais e consegue se expressar melhor.
Tudo o que tenho feito é para ver minha menina a cada dia mais independente, sua deficiência lhe trava um pouco, mais devagar vamos longe.
Sua Fadinha as vezes lhe acompanha aos treinos e fica escondidinha dentro da bolsa torcendo por ela, é isso o que ela diz, e acredito, quem sou eu para duvidar,
Sei o quanto essa fadinha é importante para ela e se quero vê-la feliz preciso entender seu jeitinho.
E assim a vida segue, esse ano precisamos comprar o Tatame para o projeto poder continuar e estamos lutando para que isso aconteça logo, e temos fé o suficiente que isso vai se realizar.
E todas as crianças e adolescentes se beneficiaram, queremos ver todos treinando com segurança.
A família taekwondo tem feito a diferença na vida de uma menina linda chamada Victória.
quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014
E a vida vai seguindo com muitos avanços.
De um limão fizemos uma limonada, essa frase tem nos acompanhado há algum tempo e nos cabe direitinho,
uma família que luta juntos pela reabilitação e o bem estar de uma filha Victória portadora de Deficiência intelectual, estuda em uma escola de inclusão, faz terapias e esta a cada dia melhor, muitos desafios mais muitos avanços também.
Uma paixão pela apresentadora Fadinha Ana Hickmann, um querido amigo Fábio Ramalho, uma mãe que esta sempre por perto lhe abrindo caminhos e tentando facilitar a vida.
Uma jovem doce e sorridente assim é a Vicky, adora TV e usar o computador, seu programa preferido Programa da tarde, ri e chora se emociona todos os dias com todos os acontecimentos, esse programa tem sido uma forma de terapia, a terapia do contente e assim a vida segue.
Para um deficiente tudo é um pouquinho mais difícil, mais com jeitinho conseguimos superar, as tristezas vem, mais junto logo vem o sorriso com o carinho de todos os dias da Fadinha Ana e a atenção do fofo Fábio Ramalho, esses dois mesmo de longe tem sido peça chave para me ajudar a superar e a seguir.Consegui perder 12 quilos esse ano, mudei minha alimentação, comecei a ter uma vida saudável, hoje faço esportes e estou tentando mudar meus pensamentos para manter o foco,as dicas do além do peso são ótimas para minha vida,o projeto Vida mais me abriu os olhos e hoje estou mais confiante.
E assim consigo fazer uma limonada a cada dia e seguir a vida.
Vou ter formatura esse final de ano do ensino fundamental, vou completar a maior idade e vida que segue.
uma família que luta juntos pela reabilitação e o bem estar de uma filha Victória portadora de Deficiência intelectual, estuda em uma escola de inclusão, faz terapias e esta a cada dia melhor, muitos desafios mais muitos avanços também.
Uma paixão pela apresentadora Fadinha Ana Hickmann, um querido amigo Fábio Ramalho, uma mãe que esta sempre por perto lhe abrindo caminhos e tentando facilitar a vida.
Uma jovem doce e sorridente assim é a Vicky, adora TV e usar o computador, seu programa preferido Programa da tarde, ri e chora se emociona todos os dias com todos os acontecimentos, esse programa tem sido uma forma de terapia, a terapia do contente e assim a vida segue.
Para um deficiente tudo é um pouquinho mais difícil, mais com jeitinho conseguimos superar, as tristezas vem, mais junto logo vem o sorriso com o carinho de todos os dias da Fadinha Ana e a atenção do fofo Fábio Ramalho, esses dois mesmo de longe tem sido peça chave para me ajudar a superar e a seguir.Consegui perder 12 quilos esse ano, mudei minha alimentação, comecei a ter uma vida saudável, hoje faço esportes e estou tentando mudar meus pensamentos para manter o foco,as dicas do além do peso são ótimas para minha vida,o projeto Vida mais me abriu os olhos e hoje estou mais confiante.
E assim consigo fazer uma limonada a cada dia e seguir a vida.
Vou ter formatura esse final de ano do ensino fundamental, vou completar a maior idade e vida que segue.
quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014
Um novo ciclo escolar.
Minha filhota cresceu e com isso algumas mudanças foram feitas, tudo para o seu bem é claro.
Uma dessas mudanças foi estar indo estudar a noite (EJA) para adiantar e conseguir terminar mais rápido o ensino fundamental, pois minha filha esta com 17 anos e cursando o oitavo ano a antiga sétima série e na escola regular só conseguiria terminar o ensino fundamental com 19 anos, quer dizer bem atrasada. Nos estressamos com a tal inclusão escolar falsa, minha menina sofreu bastante com preconceito e outras coisinhas na escola então resolvi dar um basta nisso esse ano, onde realmente ela aprende é na sala de recursos e eu sou explicadora em casa, então pra que escola? só para socialização? isso ela faz indo a passeios conosco, com os colegas da SBA(Sociedade Beneficente Anchieta) onde faz seu tratamento e com os familiares. Essa nova fase esta sendo muito cansativa para mim, pois levo e permaneço por lá por um tempo, em uma semana de aulas já pude perceber que os professores são leigos no assunto PCD(pessoa com deficiência) mais estão dispostos a ajudar a minha menina, então vou tentar ajudar.
Como? vou preparar uns informativos explicando um pouco sobre a deficiência da Vicky até para facilitar para eles em como ensina-la, coisas de mãe.
O ano mal começou e já estou cansada, muitas idas e vindas , durante o dia saio todo o tempo, fiquei sem meu momento, sabe aquele para ler um livro, ficar no face, ou ligar para uma amiga, esse momento só depois das 10:00 horas da noite, ai a mamãe super cansada quer banho e cama.
Mais sei que isso será bom para minha filhota, agora já é uma mocinha assim como sua fadinha disse, esta em uma empreitada boa jovem aprendiz e estar gostando das mudanças, no começo reclamou um pouquinho pois na escola só tinha pessoas mais velhas, agora já esta mais calma.
Noto a diferença nas pequenas coisas, como por exemplo ir jantar no refeitório e depois ir para a sala tranquila, antigamente nunca ia no refeitório pois os meninos ficavam fazendo piadinhas e só podia ir para a sala acompanhada por um adulto, pois tanto os meninos quanto as meninas empurravam, tinham um comportamento não muito legal.
Então vejo que a mudança foi para melhor é isso vida que segue e mesmo cansada estou feliz por você minha filhota, vai vale a pena.
Uma dessas mudanças foi estar indo estudar a noite (EJA) para adiantar e conseguir terminar mais rápido o ensino fundamental, pois minha filha esta com 17 anos e cursando o oitavo ano a antiga sétima série e na escola regular só conseguiria terminar o ensino fundamental com 19 anos, quer dizer bem atrasada. Nos estressamos com a tal inclusão escolar falsa, minha menina sofreu bastante com preconceito e outras coisinhas na escola então resolvi dar um basta nisso esse ano, onde realmente ela aprende é na sala de recursos e eu sou explicadora em casa, então pra que escola? só para socialização? isso ela faz indo a passeios conosco, com os colegas da SBA(Sociedade Beneficente Anchieta) onde faz seu tratamento e com os familiares. Essa nova fase esta sendo muito cansativa para mim, pois levo e permaneço por lá por um tempo, em uma semana de aulas já pude perceber que os professores são leigos no assunto PCD(pessoa com deficiência) mais estão dispostos a ajudar a minha menina, então vou tentar ajudar.
Como? vou preparar uns informativos explicando um pouco sobre a deficiência da Vicky até para facilitar para eles em como ensina-la, coisas de mãe.
O ano mal começou e já estou cansada, muitas idas e vindas , durante o dia saio todo o tempo, fiquei sem meu momento, sabe aquele para ler um livro, ficar no face, ou ligar para uma amiga, esse momento só depois das 10:00 horas da noite, ai a mamãe super cansada quer banho e cama.
Mais sei que isso será bom para minha filhota, agora já é uma mocinha assim como sua fadinha disse, esta em uma empreitada boa jovem aprendiz e estar gostando das mudanças, no começo reclamou um pouquinho pois na escola só tinha pessoas mais velhas, agora já esta mais calma.
Noto a diferença nas pequenas coisas, como por exemplo ir jantar no refeitório e depois ir para a sala tranquila, antigamente nunca ia no refeitório pois os meninos ficavam fazendo piadinhas e só podia ir para a sala acompanhada por um adulto, pois tanto os meninos quanto as meninas empurravam, tinham um comportamento não muito legal.
Então vejo que a mudança foi para melhor é isso vida que segue e mesmo cansada estou feliz por você minha filhota, vai vale a pena.
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Pensando em como ajudar e sem saber se poderei ajudar.
Conheci duas mães de filhos PNE(portador de necessidades especiais) e essas mães são bem diferentes das que já conheci até aqui.
Cada pessoa tem um jeito de criar seu filho, e todos querem o bem e o melhor, isso é deveria ser assim, só que não, essas duas que citei aqui, não ligam para que suas filhas se sintam bem e na verdade uma é empregada da família e a outra vive suja e sem fazer nada.
Cada mãe com seu pensamento, cultura e modo de viver, mais e as meninas? suas necessidades?
A Vicky fica horrorizada,e me comenta: mãe estou com pena de fulana e cicrana, mãe conversa com a mãe dela para ela não fazer isso e por ai vai.
Já tentei por várias vezes, mais tentativas sem sucesso, uma só pensa no retorno que a filha pode lhe dar, é isso mesmo, pois coloca a filha em atividades que ganhe cestas básicas essas coisas, a outra só cuida da mesmo, preciso pensar e ver se tem uma forma de ajudar. #sesentindoincomodada.
Cada pessoa tem um jeito de criar seu filho, e todos querem o bem e o melhor, isso é deveria ser assim, só que não, essas duas que citei aqui, não ligam para que suas filhas se sintam bem e na verdade uma é empregada da família e a outra vive suja e sem fazer nada.
Cada mãe com seu pensamento, cultura e modo de viver, mais e as meninas? suas necessidades?
A Vicky fica horrorizada,e me comenta: mãe estou com pena de fulana e cicrana, mãe conversa com a mãe dela para ela não fazer isso e por ai vai.
Já tentei por várias vezes, mais tentativas sem sucesso, uma só pensa no retorno que a filha pode lhe dar, é isso mesmo, pois coloca a filha em atividades que ganhe cestas básicas essas coisas, a outra só cuida da mesmo, preciso pensar e ver se tem uma forma de ajudar. #sesentindoincomodada.
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